Coldplay comenta cada música de Mylo Xyloto.

Diego Luiz
24 set 2011

Em entrevista para o site Music Week, a banda falou um pouco mais sobre Mylo Xyloto, descrevendo as mudanças que ocorreram durante os processos de gravação, influências, além dos comentários de Chris Martin sobre cada música do novo álbum. Clique em leia-mais para ler a entrevista completa.

O guitarrista Jonny Buckland, explica: “Brian é uma pessoa muito inspiradora. Ele nos escreveu uma carta, logo depois que terminamos o último álbum, dizendo: ‘Foi bom, mas acho que podemos ir mais longe, podemos fazer mais’ e assim, de certa forma, ele nos manteve ativos”

O baterista Will Champion adiciona: “O Chris sempre gosta de dizer que este poderia ser o nosso último álbum, e no momento, logo após que terminamos um álbum, a sensação genuína é de que não resta mais nada na reserva – as ideias se esgotaram, então a intenção de gravar um outro disco soa assustadora.”

É mérito de Eno ter conseguido maior produtividade da máquina Coldplay, já que Mylo Xyloto, o quinto álbum de estúdio da banda, é possivelmente seu trabalho mais excitante, consistente e cativante desde A Rush of Blood To The Head de 2002. Ameaçando conter mais singles de sucesso do que o seu predecessor, Viva La Vida Or Death And All His Friends, de 2008, o novo álbum talvez ainda não confirme o Coldplay na posição de maior banda do mundo, mas tem potencial de superar os nove milhões de cópias vendidas de Viva.

Num bate-papo no  estúdio  Bakery  em Hampstead – tendo acabado de finalizar o tracklisting durante o almoço – a banda parecia relaxada, apesar de se confessarem nervosos em relação a como o mundo vai responder a um álbum cuja existência iniciou como um “tranquilo álbum acústico” e, em certo ponto, foi destinado a ser trilha sonora ao estilo do filme de animação estilo Yellow Submarine (projeto abandonado porque iria demorar cinco anos para ser concluído) e agora ganha vida como um “álbum conceitual”  pop progressivo baseado em sintetizadores que ainda consegue ser roqueiro; A guitarra de Buckland, sem dúvida, está muito mais proeminente do que antes.

O baixista Guy Berryman revela: “Ia ser uma espécie de trilha sonora para um filme que estávamos escrevendo, que já possuía uma história e nós estávamos em processo bastante avançado, criando personagens, quando abandonados  a ideia e mudamos para um direcionamento diferente, mantendo elementos de álbum acústico e da trilha sonora. Acabamos com um álbum que foi pensado de uma maneira bastante inusitada. Ele é como uma mistura de todas essas fases diferentes.”

O vocalista Chris Martin – que na semana passada revelou ao Music Week como surgiu a colaboração com Rihanna em Princess of China – não se recusou a descrever Mylo Xyloto como um álbum conceitual; na verdade, face a uma época em que se baixam músicas individualmente, ele diz que [a banda] planejou deliberadamente fazer um trabalho que os fãs gostariam de ouvir em sua totalidade.

“Eu acho que, se você quiser usar essa palavra, você não estaria errado”, diz Martin. “É sobre pessoas que estão perdidas em um ambiente hostil e encontram um no outro uma maneira de sobreviver. É uma história de amor, basicamente. Mas não tem muitos dragões ou montanhas, que eu acho que é o que as pessoas associam com álbuns conceituais. Nós realmente sentimos que o álbum, enquanto formato, está tão ameaçado, que deveríamos fazer um esforço para fazer um trabalho coeso. E, mesmo que os fãs não queiram possuir todas as músicas, o álbum faz sentido como uma unidade, caso alguém se interesse nisso. Então, se você quiser encontrar uma narrativa durante a audição, você poderá, e isso é algo que nós apenas nos divertimos fazendo.”

A produção foi confiada a uma equipe já estabelecida: Markus Dravs, Daniel Green, Rik Simpson e [Brian] Eno, que é creditado por “enoxificação e composições adicionais”, além do o ex-empresário Phil Harvey – atualmente, “quinto membro não-oficial” da banda – com um papel essencial como diretor criativo. Berryman acrescenta: “Houve elementos que foram os mesmos, mas sentimos como uma página completamente diferente.”

De fato, as sessões de gravação não incluíram somente o tempo de experimentação na The Bakery ou no The Beehive, seu outro estúdio. Buckland aponta: “Podemos passar semanas a fio com Brian fazendo músicas com base em campanologia [Arte de tocar música em sinos, campainhas ou copos] ou sobre, sei lá, barbearias- e no outro estúdio a Beehive”.

Em vez disso, eles trabalharam no álbum enquanto estavam em turnê em Miami, New York, Los Angeles e Tóquio, onde completaram o álbum no mês passado (ver faixa por faixa abaixo). Champion acrescenta: “Isso foi crucial, porque realmente nós podemos ver que o prazo [para concluir o álbum] estava ficando cada vez mais próximo e as horas que passamos naqueles estúdios ao redor do mundo foram realmente inestimáveis!”

O presidente da Pharlophone, Miles Leonard, homem encarregado do Artistas e Repertório [A&R], concorda que a banda fez um álbum de referência. “Esse álbum exigiu muito tempo e trabalho. A banda saiu de uma extensa turnê para começar direto o processo de composição e é aí que o Brian entra para descontruir e reconstruir as músicas novamente. E então alguém como o Markus assume, senta à sua mesa e entrega aquele som de rock”, diz ele.

Meticulosas reuniões entre a gravadora e a equipe de empresários tem ocorrido desde fevereiro para planejar uma turnê de, no mínimo 18 meses, e, possivelmente, levar a banda para territórios ainda não-explorados como África do Sul, Leste Europeu, sudoeste Asiático e China. Leonard destaca que, apesar de ter 50 milhões de discos vendidos, tudo com o Coldplay é trabalhado com muita seriedade e cuidado. Ele elogia particularmente a atenção da Equipe 3D aos detalhes e abordagem dos dois singles disponibilizados anteriormente ao lançamento do álbum (ver faixa por faixa abaixo) – e menciona também a decisão da banda de ter tocado novas músicas em turnê durante o verão, incluindo o Glastonbury, onde foram headliners e deram ao U2 uma aula de como cativar um público de festival.

Leonard diz: “Vemos isso como uma vantagem, não uma desvantagem, para ter mais música saindo. Hoje em dia as pessoas precisam ouvir mais do que um único single para ser convencido a comprar um álbum.” Mas, francamente, é provável que seja o álbum de 2011 que muitos não precisarão ser convencidos a comprar.

Contra um cenário de queda nas vendas para as bandas de rock, o empresário do Coldplay Dave Homes arriscou uma “abordagem pop” lançando dois singles –  Every Teardrop Is A Waterfall (3 de Junho) e Paradise (12 de Setembro) – antes do lançamento do novo álbum, em 24 de outubro. Um plano incomum.

Ele explica: “Quando eu sei que temos músicas suficientes para o álbum, eu começo a pensar na hora ideal de lançamento e, neste caso, eu optei por uma abordagem não-tradicional, depois um longo tempo de planejamento. Nós decidimos lançar um single em junho – nada de falar sobre álbum durante “uma turnê mundial ao redor do mundo” – enquanto a banda testava o novo material. Eu disse: “Vamos deixar a música falar”.

“Eu queria uma abordagem mais populr. Eu disse a eles: Vocês têm que estar lá fora, realizando duas tarefas, a turnê e terminar um disco. Mas as pessoas hoje em dia têm  um curto espaço de atenção.”- Eu vejo bandas de rock lançar somente um single e, em seguida, um álbum e depois desaparecem e então lançam dois singles… Acho que eles têm que convencer as pessoas a comprar o álbum.

Enquanto Holmes – entrando em seu 11º ano de gestão da banda – concorda que seu senso de excitação em torno Mylo Xyloto lembra que, antes de A Rush Of Blood To The Head, sua ambição com o álbum não é apenas para vender mais álbuns. “Eu acho que este será melhor do que o último, eu gostaria de fazer melhor, mas não se trata apenas de vendas. É sobre ter mais músicas que resistirão ao teste do tempo. Seria ótimo terminar esta campanha com mais canções em seu repertório”.

MYLO XYLOTO:  Comentário  faixa por faixa com Chris Martin:

01 MYLO XYLOTO

Significa o que você quiser que signifique. [Para mim] que significa uma liberdade de expressão e você pode pensar em novas palavras se você quiser. Ainda há coisas que você pode inventar e palavras que começam com X, são poucas e distantes entre si, então pensamos que poderíamos tentar e adicionar uma outra.

02 HURTS LIKE HEAVEN

Essa é a faixa de abertura, de verdade. É como se fosse o nosso chamado para ir a combate. Eu acho que é musicalmente um exercício de relaxamento para nós.  Um aquecimento.

03 PARADISE

Se nós nunca ganhamos o “The X Factor” [uma competição de música da televisão britânica para encontrar novos talentos], essa seria a música que poderíamos cantar. Nós nunca iremos, é claro, mas isso é o que faríamos.Eu acho, que a verdade seja dita, que não somos bons o suficiente para estar nele.

04 CHARLIE BROWN

Esta é a única música que nós escrevemos numa casa de boneca. Eu fiquei hospedado num lugar com uma Wendy House [uma Wendy House é uma casa para crianças pequenas brincarem] e a transformei em um estúdio porque minha filha não tinha gostado. E voltei de um show do Bruce Springsteen em LA e eu estava tipo: “Tá bom, vamos ver se saiu alguma coisa daquele dia. ”

05 US AGAINST THE WORLD

A coisa toda é para ser uma espécie de história, de modo que tudo se encaixa e os dois personagens das duas músicas anteriores se encontram. É sobre encontrar alguém que você ama, quando você conhece alguém e de repente tudo fica bem novamente.

06 M.M.I.X.

Não tem haver com 2009. Ela veio de Mat McGinn (como nosso técnico de guitarra) e foi impressionante, então eu não sei porque diabos ela tem esse nome. Não tem nada a ver com nada… Ela representa nada, é apenas uma coleção de letras.

07 EVERY TEARDROP IS AWATERFALL

Pois é, o tema central do álbum – Paradise meio que trata sobre isso também – de alguma forma, tentar transformar coisas ruins em coisas boas. Nós, como uma banda, já passamos por alguns incidentes engraçados em que pessoas foram agressivas em relação a nós ou a coisa do tipo. E um monte dos álbuns são alimentados por uma espécie de fogo que vem para transformar a negatividade em positividade. E acho que todos em sua vida tem algo assim.

08 MAJOR MINUS

É mais ou menos a versão musical do vilão de um filme do Bond.  Um primo ruim do álbum. É o desagradável.

09 UFO

Essa é acústica… Na verdade, foi a primeira música escrita para o álbum e a sequência de acordes dela aparece algumas vezes [ao longo do álbum]. É meio que a hora da reflexão [prayer “times”]. A sensação de estar perdido está no álbum todo, mas também está a sensação de se encontrar, um pouco dos dois.

10 PRINCESS OF CHINA (FEAT. RIHANNA)

Eu realmente meio que compus essa música para Rihanna e acabei gostando demais dela. E então, ficou claro que seria uma espécie de bate e volta entre um casal. Demorou cerca de um ano para criar coragem, mas, eventualmente, eu perguntei a ela e ela não se mostrou indisposta. Eu toquei para ela num piano em Los Angeles. E eu tenho que dizer, foi muito estressante. E então ela disse, ‘Ah, tá bom, vai’

11 UP IN FLAMES

Nós compomos esta cerca de quatro semanas atrás, e então nós a gravamos em cinco países em sete dias. Isso foi divertido. Foi quando sabíamos que poderíamos terminar o álbum porque o Will – que é o mais difícil de agradar da banda – quando ele ouviu, ele disse, “Ok, podemos terminar agora” porque eu acho que ele gostou dessa.

12 A HOPEFUL TRANSMISSION/DON’T LET IT BREAK YOUR HEART

Bem, eu acho que nós queríamos fazer um álbum desta vez com um final feliz e eu acho que nós realmente fizemos isso, algo que nós nunca pensamos em fazer. Por qualquer motivo que seja, isso aconteceu e é ótimo porque  nessa música você deu tudo de si e trabalhou tão duro quanto possível – o que para uma banda como o Coldplay, é uma coisa muito prazerosa.

13 UP WITH THE BIRDS

Foi quando estávamos com pensamentos sobre uma história que parecia ser tipo o final de um filme.

Tradução: Diego e Samir

Diego Luiz

@diegolsc

  • Camila Guedes

    Que incrível!!! Eu adorei tudo que ele falou!!!
    Então… por que estou com medo??? Alguém pode me dizer?? :S

  • Adriana de Almeida

    *-* inevitável não se apaixonar pelas musicas pelos integrantes por cada detalhe *-*

  • http://vivalacoldplay Maryana

    Legal a matéria,gostei muito

  • Ramon Buçard

    Estou com medo deste álbum, este pop progressivo baseado em sintetizadores me deixou mais que assustado, mas ainda que eu o odeie, já estou com o dinheiro guardado para este. Every Teadrop, Charlie Brown e Major Minus valem por todo o álbum.

    • Fabrício Corrêa

      Veje o lado bom da história, eles estão preparando algo diferente, que nenhum coldplayer jamais tentou fazer… algo que veja o lado positivo das coisas sem finais tristes, tente entender a hegemonia e sincronia do que eles falaram, com a musica, é algo que te tira do espaço, é da uma boa sensação,

      vocês criticam o pop como se fosse algo que matassem pessoas… Imaginem um pop a nivel de michael jackson, um pop de verdade, com a essencia de boa musica… é nisso que é a idéia.

      • Ramon Buçard

        O pop tem seus méritos, mas não é isto que busco ouvir no coldplay. Gosto do coldplay sendo Rock alternativo com guitarras e coisas como Politik e violet hill. Não questiono a genialidade deles em fazerem coisas que ninguém ousou em fazer, o que eu questiono são coisas como Paradise e Rhianna no CD.

      • Filipe Araújo

        Eu concordo com essa visão de ser bom eles estarem preparando algo novo, é sempre bom a banda estar se modificando. O grande perigo disso é você ter a maioria de seus fãs de um nicho. Aqui no Brasil não temos tanta noção(No Viva la Coldplay é o único lugar que eu vejo que a grande maioria está adorando essa fase), mas nos EUA e UK existe muita resistência em relação à essas mudanças, não pelo fato de não querer algo novo, mas sim pelo fato desse nicho gostar daquele estilo de rock, e muitos(me incluo nisso) não gostam de POP, sendo Lady Gaga ou Michael Jackson.

        • Elena

          apesar de nas enquetes a maioria estar gostando da nova fase, eu li muuuitos comentários negativos no fórum do coldplaying.com

          ás vezes fico pensando se o Coldplay vai perder muitos fãs com o lançamento de MX, seria meio triste :(

          • Ramon Buçard

            Perder fãs não creio que vão, pois ainda há 4 álbuns maravilhosos que eles fizeram, mas atrair a ira deles é provável de ocorrer já que o povo em geral não está aprovando as mudanças. EUA e UK, os principais mercados de música do mundo, os mais importantes e que mais contam são mercados de certa forma tradicionais e resistentes a mudanças. Aqui no Brasil somos de certa forma tolerantes e aceitamos mudanças, ouvimos uma mesma música umas 500 vezes até gostarmos, nesses países a pessoa ouve, se não gostou de primeira vez já apedreja.

          • http://www.oinovosom.com.br/ojardineiroaflor O Jardineiro & A Flor

            O Coldplay, na verdade, vai aumentar o número de fãs…

            Boa parte vai continuar sendo fã pela sua história, é com ser fã de um cara que já morreu, e deixou apenas 3, 4 álbuns…

            A outra parte, são dos que aprovaram a mudança de estilo e dos que vão chegar agora, com essa históra de rock positivo, que na verdade, teve um efeito negativo em mim…

    • Tharcisio Amorim

      Eu não sou chegado em pop também. Com paradise e rihanna no album eu pensei que eles estavam querendo brincar com a cara dos coldplayers. Ainda bem que eu gostei de ETIAW, Charlie brown, hurts like heaven (talvez, vamos esperar), up in flames e major minus (um pouco mais do que as nao citadas). E considerando que o restante do album é instrumental, esse basicamente é meu Mylo Xyloto. Ainda quero me surpreender com esse album mas tá dificil.

  • Fabrício Corrêa

    Eu retiro todas as criticas que até agora fiz ao Coldplay, este album promete, tomara que não seja o ultimo, mais se for, será o melhor,
    Um final feliz……

  • Elena

    acho que temos que esperar pelo lançamento pra ver o resultado final

    estou otimista em relação a MX
    gostei muito das músicas novas e achei a temática do álbum linda

    acho que vai ser épico!

  • Gabriel

    sinceramente já não quero alimentar nenhuma expectativa… só estou decepcionado por Moving to Mars (a mais perfeita) não estar no album…

    • Vinícius Bellemo

      Realmente, como disse Gabriel, eu estou decepcionado por MOVING TO MARS não está no albúm. Segundo a minha opinião ela poderia ser o cavalo de batalha de Mylo Xyloto. Mas como disse Chris Martin, esse albúm é mais pop alternativo, que na minha opinião achei ridículo este termo. Parece que esse albúm pode ser o último de Coldplay pelo fato da banda está virando mais comercial do que para fãs.

      Affz, e o pior de tudo é que eu AMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO DEMAIS COLDPLAY! É minha banda preferida, e esperei três anos por esse albúm para Chris Martin vim me dizer que nao será mais o verdadeiro Coldplay (rock alternativo) e sim uma versão comercializada do Coldplay (pop alternativo). COLDPLAY – MINHA BANDA PREFERIDA – DESTE ESTE TRABALHO PARA JUSTIN BIEBER, RESTART, SELENA GOMES E ESSAS BANDINHAS AÍ MIXURUCAS!!! VOCS FORAM A SALVAÇÃO DA MÚSICA DOS ANOS 2000!!! NÃO PODEMOS PERDER VOCÊS!!!! :arrancacabelo: :choro: :rock: :reza:

  • L.Reis

    Bom darei minha opinião definitiva só quando ouvir o cd, até agora vejo que tem td p/ ser melhor q o VIVA ( na minha opinião) mas talvez naum seja meu álbum favorito. Gostei da idéia do cd formar uma história…vai q futuramente alguem transforme em filme (kkkkk). Mas ainda to empolgado c/ esse trabalho. Tenho certeza que vai ser mto bonito.

  • Carlos Alberto

    Ki bom!! hahahaha! ansioso pelo album!! hahaha! :gargalhada: :rock: :legal:

  • Raul

    Acho q o próximo álbum tem q ser meio dark. Só falta isso pro Coldplay fazer.
    Já aproveita a pegada deprê do Martin, de falar q tá no fim da carrera, e faz umas músicas bem sentimental com muita guitarra kkk. Ai ia ser legal, o antagônico CD do Coldplay.

  • Isabella Cani

    Parei de ler quando vi a frase “deram ao U2 uma aula de como cativar um público de festival”. Me desculpem, mas assistindo aos vídeos do Glasto, é fácil perceber que todo mundo enlouqueceu gritando “Sunday, blood sunday”.
    Eu mudaria a desastrosa frase para: “O U2 deram uma aula para o Coldplay de que Rock and Roll não se faz com guitarrinhas grafitadas e roupinhas coloridas”.
    Esperava muito mais do Coldplay nesse novo álbum até ouvir Paradise… Quando vi o clipe de ETIAW, pensei: “Poxa,vida, eles estão parecendo os Restart!”, mas deixei passar, porque para mim o que importa é o conjunto da obra… se as músicas fossem boas, não importa o tênis de adolescente. Poxa vida, o Chris tem mais de 30 anos e tá usando camiseta rosa e tênis de skatista adolescente… Pega mal…
    Mas quando ouvi o restante das músicas (tirando Charlie Brown e Major Minus, a únicas que se salvaram, embora não cheguem aos pés dos singles antigos), percebi que o Coldplay havia se tornado uma mera banda comercial. Lamentei profundamente, porque defendi neste site a mudança do Coldplay como um processo necessário e interessante. Mas a mudança foi para pior, muito pior…
    Aí me vem um babaca desses e diz que o Coldplay deu uma aula ao U2? Hahahaha. O Chris tem que comer muito feijão com arroz para escrever uma “One”, uma “Where the streets have no name”, uma “Until the end of the world” da vida.
    Talvez daqui uns 20 anos, Coldplay, daqui uns 20 anos…

    • Elena

      eu não vi o U2 no Glasto mas sinceramente acho que o show do Coldplay chegou no mesmo nível do U2, o coro do pessoal em quase todas as músicas foi surpreendente! Acho que o cara quis dizer que o show foi ótimo, ele não quis rebaixar o U2

      o Coldplay não está se tornando comercial, eles estão apenas entrando em uma fase de experimentações, o status deles está muito elevado então eles se deram o direito de fazer um álbum completamente diferente de tudo o que eles já fizeram
      tenho quase certeza que o 6º álbum do Coldplay vai ser diferente de novo, eles não vão seguir o mesmo estilo de MX

      ah se não me engano o U2 também entrou numa fase pop com um álbum de mesmo nome..

      e pra ser honesta Coldplay e U2 são POP se levar pro sentido verdadeiro da palavra: popular!
      ambos são comerciais por que vendem pra cassete!
      mas olhando pro lado bom ambos são FODA! Sim, uma banda não precisa ser pouco conhecida, underground ou vender pouco pra ser de 1ª qualidade, as duas bandas em questão são bons exemplos disso!

      • Elena

        ai escrevi errado ali e nem vi -_-

      • http://www.umcavaloselvagem.blogspot.com Isabella Cani

        Sim, o U2 fez um disco com o nome POP. E sabe o que o disco fez? Ironizou a música POP. Já assistiu ao show POPMART no México? Não? Se assistir vai entender o que quero dizer…
        Mas o que questiono aqui não é o cantor ser POP. Eu não sou daqueles alternativos chatos que odeiam o POP. Eu adoro Madonna e Michael Jackson, por exemplo. O que questiono é a qualidade das músicas. O Coldplay dos últimos discos era POP, mas era bom demais! E agora está perdendo o brilho…
        O U2 vende muito, sim, porque é famosa pra caramba, e não porque segue uma fórmula para vender CD. Cada CD do U2 é uma coisa louca e diferente de tudo. E talvez essa seja a fórmula de sucesso do U2: eles não escrevem música para ninguém, escrevem para eles mesmos. Com isso conseguem atingir um alto nível de qualidade, e isso é reconhecido por críticos e público.
        E, como eu disse, quando um bando de caras de 1,90 m de altura e mais de 30 anos nas costas calçam tênis coloridos e vestem roupas coloridas em um clipe, principalmente nessa era de Justin Bieber e MCFly, fica parecendo o óbvio: eles querem fazer sucesso entre os adolescentes e vender mais e mais CDs. #PRONTOFALEI

        • Elena

          se o Coldplay está “se tornando” comercial agora, Madonna já é comercial desde o início da carreira
          ela sim segue fórmula pra fazer álbum, apesar das mudanças constantes nos álbuns, o que ela quer é conquistar mais e mais fãs

    • http://www.oinovosom.com.br/ojardineiroaflor O Jardineiro & A Flor

      Pra mim, o Coldplay de ‘Yellow’, ‘Green Eyes’, ‘Fix You’ e ‘Strawberry Swing’…

      É muito melhor que U2…

      Mas sua colocação infelizmente foi bem feita:

      “O U2 deram uma aula para o Coldplay de que Rock and Roll não se faz com guitarrinhas grafitadas e roupinhas coloridas”.

      • Tharcisio Amorim

        legal saber que nao sou o unico louco por green eyes. Parece que ninguem dá minima pra essa musica, nem a banda.

      • http://www.umcavaloselvagem.blogspot.com Isabella Cani

        Eu sou alucinada por “Strawberry Swing” e outras tantas do Coldplay, como a não tão festejada “High Speed”. Mas o U2 tem uma coisa que eu adoro: eles são viscerais, algumas músicas chegam a “doer”, como “Until the end of the world”.
        Mas o velho Coldplay sempre terá um espaço no meu discman (é, eu tenho um hahahaha) e sempre fará parte da trilha sonora da minha vida.

    • Filipe Araújo

      Isabella, na equipe do site não existe ninguém mais fanático por U2 do que eu, na verdade U2 é a minha primeira banda, muito a frente de qualquer uma, principalmente por todas as revoluções que eles já fizeram no mundo da música. Acho que você foi um pouco radical nas suas palavras, assim como quem diz que Coldplay é maior que U2 está sendo. O fato é que U2 é a maior banda da atualidade, talvez venha se tornar a maior banda de todos os tempos. Sobre qualidade, devemos sempre respeitar os gostos alheios, eu entendo quem acha Coldplay musicalmente superior, e acho que em alguns quesitos o Coldplay acaba superando o U2, como em músicas de amor e agora em melodia em geral(O U2 nunca chegou a explorar melódicamente as músicas como o Coldplay está fazendo agora). Mas é claro que o U2 lançou dois álbuns(The Joshua Tree e Achtung Baby) que revolucionaram e mudaram completamente tudo que conhecemos hoje, e pra mim é a melhor banda de todos os tempos.
      Ao mesmo tempo que você citou o álbum POP, você deve saber que o próprio U2 torce o nariz para esse álbum, eles mesmo acharam que se perderam um pouco(Tanto que se reencontraram com maestria no ATYCLB).
      Sobre o Glastonbury, mesmo sendo um fanático por U2(E pelo Bono), eu acho que o Coldplay foi superior(Não só eu, todas os reviews especializados apontaram isso), o U2 claramente não estava preparado para um show em um palco de festival, já que suas turnês são perto do público, onde o palco é a grande atração. Estava chovendo no dia, o Bono se aventurou pouco no palco com medo de escorregar(ele mesmo disse isso). Já o Coldplay se demonstrou mais seguro, a iluminação e efeitos sonoros foram incríveis, fazendo o público enlouquecer com a pirâmide colorida em ETIAW.
      Cada um tem seu gosto, temos que respeitar, o U2 ensinou boa parte do que o Coldplay sabe hoje, mas o Coldplay está evoluindo, eles já são maduros, já são uma banda espelho para as outras, então não há mal em admitir que são melhores ou piores em certos pontos.

      • http://www.umcavaloselvagem.blogspot.com Isabella Cani

        Primeiramente: o U2 nunca chegou a explorar melodicamente músicas como o Coldplay está fazendo agora? Hahahahahahahahaha. Essa foi a melhor do ano!
        Quem gravou discos com ritmos totalmente diferentes e ao mesmo tempo bons para caramba? Querido, nisso de explorar ritmos diferentes e mudar pra caramba, o U2 fez escola…
        Quanto ao disco POP, o integrante que não curte muito é Larry, porque usaram bateria eletrônica no disco.
        Quanto ao Glasto, pergunto: é um festival de música ou de efeitos?
        O Coldplay já foi muito melhor, muito melhor.

        • Filipe Araújo

          U2 e Coldplay exploram melodias de maneiras diferentes, e o U2 nunca fez o que o Coldplay está fazendo, assim como o Coldplay nunca fez muito do que o U2 já fez. São poucas as músicas do U2 que vemos dezenas de instrumentos, piano, violinos, palmas, etc… Esse foi o ponto que eu quis tocar, o Coldplay está explorando uma área diferente, algo muito mais Arcade Fire do que U2. Sobre o Glastonbury, me desculpe, mas é um festival de espetáculos, e seu argumento acaba sendo meio falho ao defender o U2, que já colocou um gigantesco de 360º no meio dos maiores estádios do mundo e até hoje retém o título de maior telão em um show(Popmart Tour).

  • Carol

    Nossa Filipe, primeira vez em muito tempo que eu concordo com você! shaushuahsau Nossas opiniões sempre divergem, mas agora eu posso dizer que concordei com cada palavra do seu post acima ^ ! Tb achei que a Isabella foi um pouco (bastante) radical na defesa dela ao U2…

    Isa, sorry, eu sei que vc é uma mega fã de U2, mas primeiro, eu sempre insisto na questão do respeito à opinião alheia pq se não houver esse respeito estamos perdidos… (cadê a liberdade de expressão E opinião do povo?); segundo, não dá pra ficar negando o que é evidente: o Coldplay foi superior no Glasto; e terceiro, eu não acho que essa declaração sua foi muito feliz: “..talvez essa seja a fórmula de sucesso do U2: eles não escrevem música para ninguém, escrevem para eles mesmos”. Qual o objetivo em não escrever músicas para ninguém, mas pra si mesmo? Quem não se importa em ter fãs, em vender álbuns, fazer shows e ser comercial, não insiste em uma carreira no mundo da música, essa é a verdade. Isso de escrever por prazer é pra gente totalmente underground que vive a vida de amor, caçando macaquinho na floresta :hihi:

    • http://www.umcavaloselvagem.blogspot.com Isabella Cani

      Pergunto a você, qual é o jeito mais promissor para se fazer música:

      1º Vamos fazer um disco que a galerinha goste e que venda muito.

      2º Vamos fazer uma coisa que a gente goste.

      Para caras perfeccionistas como os caras do U2, a fórmula funciona, sim, porque as músicas saem tão boas que o público gosta. Aliás, U2 não é só a dúzia de sucessos que o povão curte. Isso o SUPER fã de U2 aí em cima deve saber.
      Ou vai dizer que discos como Zooropa e No line on the horizon são de fácil digestão? Que eles os fizeram achando que as músicas iriam tocar muito nas rádios? São 4 caras de 50 anos cada, não são ingênuos…
      O Bono disse uma vez o seguinte, inclusive: “O fã que não entender o porquê de experimentarmos tanto e não quiser acompanhar essa nova fase do U2 (na época, a fase POPMart) não precisa mais ser fã. Ele é dispensável”.
      Desrespeito aos fãs? Certamente, não. Desrespeito é não fazer música com qualidade…

      • Diego

        Você chegou a ler a parte em que ele disse: “Não só eu, todas os reviews especializados apontaram isso”. Leia bem, especializados, gente que entende de música. Não só estes, mas o público de festivais em geral consideraram o Coldplay sim como sendo uma das melhores atrações de festivais esse ano, tanto que ganharam uma votação popular. Aqui a colocação:

        Britons have shown how much they love attending a Coldplay live show by voting the band best festival headliner of 2011.

        The full results of the headliners poll are as follows:

        1. Coldplay (Glastonbury, T in the Park)
        2. The National (Latitude)
        3. Muse (Reading & Leeds)
        4. Pulp (Reading & Leeds)
        5. The Cure (Bestival)
        6. Foo Fighters (Isle of Wight, T in the Park
        7. Beyonce (Glastonbury)
        8. My Chemical Romance (Reading & Leeds)
        9. U2 (Glastonbury)
        10. Rodrigo Y Gabriella (Big Chill)
        11. Arctic Monkeys (T In The Park, V Festival)
        12. Eminem (V Festival)
        13. Chemical Brothers (Big Chill, Isle of Wight)
        14. The Strokes (Reading & Leeds)
        15. Primal Scream (Bestival)
        16. Björk (Bestival)
        17. Kasabian (Isle of Wight)
        18. Kings of Leon (Isle of Wight)
        19. Suede (Latitude)
        20. Kanye West (Big Chill)
        21. Paolo Nutini (Latitude)

        Agora, se sua opinião o U2 foi o melhor, tudo bem. Mas querer contestar centenas de pessoas que consideraram o Coldplay como sendo a banda que mais se destacou nos shows esse ano, para mim isso é ser o famoso “fã cego”. Qual a dificuldade de aceitar que o Coldplay foi melhor que o U2? Nossa, e você me vem e ainda me diz “Quanto ao Glasto, pergunto: é um festival de música ou de efeitos?” Putz, o show do U2 é tão grandioso, cheio de efeitos especiais, então o U2 só é bom nos festivais, então a turnê deles é uma droga?

        O Coldplay contagiou todo mundo nos festivais, todos cantavam as suas músicas, ainda com a desvantagem de virem com músicas novas e mesmo assim superaram as expectativas de muita gente.

        Quanto a mudança de som, concordo com você em algumas partes. O Coldplay consegue fazer muito melhor, você mesma disse que eles estão “experimentando”, oras, para que serve experimentar? Se der errado, obviamente eles não irão pisar novamente no mesmo terreno, querendo ou não, o Coldplay quer ganhar dinheiro. E sinceramente, é utópico demais dizer que banda de rock não quer ganhar dinheiro.

        Para mim o Coldplay continua fazendo música para eles, porque gostam do que faz, o que não exclui o fato de também quererem algo mais comercial. Não vejo problema nenhum nisso. Para finalizar, usarei a citação que você usou de Bono:

        “O fã que não entender o porquê de experimentarmos tanto e não quiser acompanhar essa nova fase do U2 não precisa mais ser fã. Ele é dispensável”.

        Então o que acha de você começar a arrumar as suas malas? Um fã a mais um fã a menos, não fará diferença alguma para banda. Se o Coldplay quisesse manter seus fãs lançariam um Parachutes Vol.2.

        Dizer que a música atual que eles produzem tem pouca qualidade é de uma falacia imensa! Tecnicamente o Coldplay continua impecável, é só ouvir Moving to Mars para perceber que a banda não perdeu a magia de antes. Porém, eu concordo que as músicas antigas eram mais elaboradas, mas dizer que a atual é de pouca qualidade? Além de você extremamente generalizar, ainda consegue deixar que o ego de fã do U2 suba a cabeça. Vai entender.

        • http://www.oinovosom.com.br/ojardineiroaflor O Jardineiro & A Flor

          Se as canções antigas eram mais elaboradas… Como você disse, e qualquer um percebe…

          Isto quer dizer que as canções atuais não são necessariamente de pouca qualidade, mas são de menor qualidade do que já foi aprensentado pela banda…

    • Filipe Araújo

      Nesse ponto não vou ficar do lado da Carol :P O U2 não escreve música para eles mesmos, e sim para o mundo, nesse ponto não tem como negar, o Bono é muito, mas muito, mas muito melhor compositor que o Chris, isso se reflete nas letras, onde as do U2 são cheias de referências e tudo mais. O ponto que eu quero chegar é um, o U2 é bom em várias coisas, o Coldplay é bom em outras várias.

      • Carol

        Filipe, você não me entendeu (mais uma vez =P) …

        Eu não disse que o U2 escreve músicas só para eles mesmos, afinal, eu nem sou uma grande fã e sequer acompanho todos os trabalhos deles, por isso não poderia dizer algo do tipo porque eu não teria conhecimento para tanto. Quem disse isso foi a Isabella, dá uma olhadinha lá em cima! ;)

        O que eu disse é que ela não foi muito feliz nesse comentário, mesmo porque não vejo muito sentido em se fazer música para si mesmo…o negócio é money $$$ ahuhaushas

        E eu entendi o seu ponto Filipe :legal:

        • Filipe Araújo

          Aí hehe, me desculpa Carol, tantos comentários que eu me perdi.

  • http://goolge.com Jessica

    Adoro o The X Factor, tomara que algum canditato cante Paradise *-* rs

  • Leo Ferrer

    Coldplay é Coldplay… Isso basta. Se misturam ou não misturam ritmos, pincelam influências, gravam novos acordes, faz parte. Ainda sinto a essência deles e pra mim isso é mais importante que pensar se o álbum vai vender, se eles estão parecidos (?) com cantores, bandas, ou tendências. Não defendo nem critico os que escreveram acima. Apenas acredito que, por mais que tal banda tente (ridiculo isso!) copiar outra, ou se espelhar nela, nunca vai ser igual. Isso pelo menos alivia… :D

  • http://www.oinovosom.com.br/ojardineiroaflor O Jardineiro & A Flor

    A turma está associando ‘música POP’ a ‘popularidade’ de uma maneira muito equivocada…

    Existem bandas de ‘Heavy Metal’ populares, ou seja, não se precisa seguir tendências comercias ou tocar esses ‘popzinhos’ com frases que todo mundo guarda pra ser popular…

    Pra mim, todo mundo, todo mundo mesmo, podia gostar de Coldplay e sair cantando pra rua… Usar camisetas e tals, que o Coldplay fosse a banda mais popular do sistema solar… Não haveria problema algum…

    Mas que a banda encantasse por ‘The Scientist’, não por ‘Paradise’ com um refrão que combina mais com Lady Gaga ou Rihanna…

    • http://www.umcavaloselvagem.blogspot.com Isabella Cani

      Jardineiro, essa última frase sua resume o que eu quero dizer e o pessoal não está entendendo! Quando eu ouvi “Paradise” pela 1ª vez, pensei: “Não pode ser a mesma banda que fez Cemeteries of London”.
      Ser POP é legal, sim, quando se é com qualidade. Pop deixou de ser um estilo musical para ser uma característica. O negócio é ter boas músicas dentro do seu gênero, coisa que o Coldplay sempre fez – e bem pra caramba – mas está deixando de fazer, aparentemente.

  • http://www.facebook.com/andersonx.n Anderson Nascimento (@anderson_xn)

    Coldplay tem disso, isso fazem deles serem diferentes. Eles fazem suas produções baseados em suas ideias momentâneas, de seus princípios. Não levam em conta uma tradição, algo que contruiram anos atrás, ou no começo da carreira. De todas as músicas já disponíveis nos shows, além das gravadas, nenhuma me decepcionou. Gostei de todas, sem exagero. Estou otimista para o álbum e creio que até mesmo pela fase que a banda atravessa, Mylo Xyloto superará facilmente Viva La Vida.

  • Iago Henrick

    Como disseram a cima…Sem Moving to mars, a mais perfeita, perco um pouco do interesse pelo álbum, inicialmente.

    PS: Inicialmente

  • http://www.jimmyarts.com Jimmy Cavalcanti

    Muito mimimi nessa notícia. Não quero a onda de “remake” no mundo da música, quero boas e novas experiências auditiva em cada álbum ou música lançada, e isso o Coldplay tem feito com maestria na minha opinião, onde todos os álbuns são diferentes e possuem suas peculiaridades.

    • Carol

      Concordo Jimmy! Eu tb super defendo a mudança, apesar de ser uma grande fã de albuns mais intimistas como o Parachutes (são os meus preferidos)… eu acho que tudo nessa vida precisa de mudanças. A maioria das coisas é tão rotineira. Estudar, estudar mais, trabalhar e estudar, trabalhar mais….é legal ter um escape, sair da rotina!

      Eu amo a ‘fase do preto’ do Coldplay…poucos sentem tanta falta dessa fase como eu. Pra mim ela é a melhor do Coldplay. Mas eu tô achando tudo lindo e longe de mim achar que o Coldplay perdeu a qualidade, isso seria uma injustiça tremenda! Viva a nova fase MX colorida!! :legal:

    • Will

      Falou tudo. O Coldplay começou de uma maneira, mas seria muito chato se ele não inovasse e continuasse assim. As bandas boas conseguem se reinventar e ainda sim impressionar. O dia que eles inovarem e perderem a qualidade, aí sim já é outra história.

      E as pessoas criticam tanto a participação da Rihanna, como se isso fosse definir uma transição pra outro gênero. Não é como mais uma parceria da música pop de hoje em dia, é uma música do Coldplay com os vocais da Rihanna, devidamente planejados pelo próprio Chris Martin. Tem um sentido. Antes de tudo, é melhor esperar pra ouvir.

  • Jessica

    Muito mimimi nessa notícia. Não quero a onda de “remake” no mundo da música, quero boas e novas experiências auditiva em cada álbum ou música lançada, e isso o Coldplay tem feito com maestria na minha opinião, onde todos os álbuns são diferentes e possuem suas peculiaridades.
    +1

    disse tudo .

  • Tássia Holanda

    PQP! Um FODE bem grande para essas pessoas que ao invés de sentir a música penetrarem em suas peles, de uma manira lúdica e intensa, ficam aqui tentando se passar por crítico. Wake up! O único que pode fazer isso é o Noel Gallagher. Beijos
    Ah, e eu tive que rir com os comentários de que U2 é a maior bandas de todos os tempos. Fode de novo. The Beatles é e sempre será a maior e melhor banda de todos os tempos. Ah, e para os decadentes que deixaram e fazem questão de afirmar isso, seja consciente ou não, essa é a verdade: Vocês se deixaram levar por essas pseudo bandas, como Restart ou whatever. Hahahahahaha. Como podem considerar pensa naquele projeto de música, como podem comparar o luxo com o lixo? Só porque o Coldplay está numa fase psicodélica? Hahahaha. Deuses, o que vocês devem falar de Beatles na fase Sg. Peppers? Shaaaaaaaaaaame.

    Tenho é pena de vocês, que perderam a essência da música de seus corações. Agora, só restaram essas pseudos críticas. Vão ouvir Beatles, meus filhos.

    O.B.S: PQP! FODE DE NOVO.
    Se o Bono e o Chris não quiserem mais que suas bandas sejam comercias, eles anunciariam o fim da banda. Isso é tão difícil de entender?

    Que Apolo, o deus da música, estejam com vocês e reavivem a essência musical, porque tá foda.

  • Tássia Holanda

    Ah, e para completar.

    Coldplay é uma banda que explora todo os sentimentos possíveis, é um mescla de essência e esplendor mais intensos, com letras e acordes que fazem fechar os olhos e se transportar para
    um mundo surreal e lúdico.

    Amo Coldplay e é isso o que importa.

    Losers.

  • Tássia Holanda

    Deixa eu me transportar para esse mundo agora. Espero não encontrar vocês no RIR. Coldplay merece fãs melhores e com grandeza de espírito. Beijos.

  • LuizaBorges

    Acho que bandas como Beatles, U2 e Coldplay tem total potencial para serem a maior banda de todos os tempos. Isso quem define é cada um de nós, de acordo com nossos gostos musicais. Coldplay é minha primeira banda, mas não posso negar a genialidade das outras bandas e deixar de entender a escolha de cada um.

    Existe um público super variado para agradar, por isso acho que eles escolhem aquilo que é melhor para eles e não para nós. Eles não são pagos para fazerem o que nós queremos, eles fazem o que querem e nós pagamos se quisermos, simples!

    O Chris disse em uma entrevista: “Não acho que a gente precisa se comportar de uma maneira determinada para ser considerado legal pelas pessoas. Rock’n’roll é uma questão de ter liberdade para ser você mesmo. Se você quiser usar uma tanguinha e dançar Abba, isso, para mim, isso é rock’n’roll.”

    Concordo totalmente, se eles quiserem fazer um show com “guitarrinhas grafitadas e roupinhas coloridas” que façam…

    Enquanto ao novo albúm, amei! Achei esse lance de trilha sonora, a ligação entre as músicas muito linda. Quando escuto as novas músicas, sinto a mesma coisa que sempre senti desde o primeiro albúm, que seja uma nova fase, mas pra mim continua sendo Coldplay.

  • Rafaela

    Acho que já foi dito tudo o que era necessário. xD

    Bandas precisam de renovação, e às pessoas que estão criticando Paradise, eu digo que elas nem sequer chegaram perto de sentir a essência da música e estão se iludindo com as tais “pseudocríticas” do que é “pop ridículo”. Meus anjos, só porque uma coisa soa pop (referindo-me ao “pop ridículo Restart/Cine style”), não significa que seja.
    Sendo sincera, visualmente, o Coldplay pode estar bem parecido com o Restart. Não vejo o que há de mau nisso. O fato deles terem trinta anos nas costas não muda nada. Eu não costumo julgar uma banda por meio das roupas, ou estilo das guitarras, e até nem mesmo do show – que é uma parte muito importante em uma banda, mas, primeiramente, tudo se trata de melodia e letra.
    Eu acho que vocês (quando digo “vocês”, claro, não falo de todos ^_^) estão se deixando levar por essa imagem de pop e não aceitável que a socidade (sei que soa um tanto tenso) construiu… Uma pergunta vai aqui: e se, por exemplo, não fosse o Coldplay que tivesse gravado nosso adorado hino Yellow (estou pegando umas das músicas mais clássicas para ter um exemplo mais claro), mas sim Justin Bieber (ou qualquer outro que se encaixe aqui), exatamente do mesmo jeitinho que o Chris Martin cantou, a música teria uma essência diferente? NÃO. Eu dou MUITO valor à interpretação da música; o cantor tem ter aquela energia/magia/emoção/comoquiseremchamar na voz que me leva ao paraíso. Mas, ainda assim, seria Yellow, completamente divina. E quantos de nós a escutaria? Pois é. Eu acho que falta um pouco de “evolução musical” aqui… Não se julga a capa pelo livro, assim como não se julga uma banda pela roupa ou pelas parcerias musicais (não sou fã, não gosto da músicas, mas a voz da Rihanna é extremamente poderosa e, certamente, nossos meninos a usaram muito bem, acho que até melhor do que elas mesma faz xD).
    Se querem saber, Paradise é uma das músicas mais lindas que eu já ouvi em toda a minha vida (como todas que conheço do Coldplay *-*), e não é o refrão “pop-que-poderia-ser-cantado-pela-Rihanna” que vai mudar a essência da música. Escutem-na novamente. Pensem apenas no significado dela, deixem todos os “preceitos” formados de fora… Escute a música apenas por sua essência e significado, apenas pelo que ela verdadeiramente é… E vocês verão que a “mágica do Coldplay” (é assim que costumo chamar, cada banda tem a sua mágica, a parte que não muda mesmo com as aparentes mudanças dos álbuns) continua lá, intacta… Apenas tem uma cara nova, para dificultar o reconhecimento e nos deixar ansiosos, nervosos, esperando pelo que vai vir – aquela trollagem adorável de banda. *-*

    Fãs verdadeiros amam a banda pela história que foi construída, pelas coisas que estão sendo feitas e reveladas no presente; e além de tudo isso, por tudo aquilo que a banda tem o potencial de ser. E, honestamente, acho que esses caras do Coldplay podem nos fazer gostar até de coisas como funk, axé e forró (ou quase isso), porque a mágica deles é uma coisa totalmente fora de série. *-*
    Bem, o que quero dizer é que se, de repente, eles quiserem mudar magicamente e virarem, idk, góticos, vão ser góticos no melhor estilo Coldplay. (Então com certeza não haverá preconceitos, já que, vocês sabem, “gótico é aceitável, não é pop-ridículo”.)

    Sobe as discussões de melhor banda de todos os tempos: isso não existe. É ilusão de fã. A melhor banda sempre é a sua, aquele mais toca você – e se nenhuma toca você, você não sabe o que é música; “você canta as palavras, mas não sabe o que elas significam”.

    Mas, de qualquer forma, como já foi dito e repetido várias vezes: esses caras têm trinta anos nas costas. Acho que sabem o que estão fazendo. Eu aposto que muitos de vocês vão mudar de opinião assim que puderem ver o álbum como a banda quer: como uma unidade. Eu não vejo a hora de poder ouvir esse álbum e ser bombardeada por essa mágica, por essa coisa que certamente me fará flutuar e afundar infinitamente; enfim, por tudo isso que o Coldplay nos preparou.

    E que venha o Mylo Xyloto, porque sem fãs… o Coldplay não fica.

  • Rafaela

    Hahahaha, escrevi uma Bíblia aqui. *-*