Neste domingo (19), o Coldplay se apresentou no primeiro show realizado durante o intervalo de uma final da Copa do Mundo da FIFA. Com a “Music of the Spheres World Tour” em pausa, a apresentação marcou o reencontro de Chris Martin, Guy Berryman, Jonny Buckland e Will Champion em um mesmo palco depois de mais de 300 dias.

Bandeiras estampadas com um coração ocuparam o gramado e também apareceram nas mãos da torcida. Em meio a cores e fogos de artifício, a banda mostrou que ainda acredita no amor.
Ao lado do Coldplay estava o PS22, coral formado por alunos de uma escola pública de Nova York. Juntos, eles apresentaram a inédita “We Dance”, criada especialmente para o evento e que, segundo a Billboard, não deve ganhar um lançamento oficial.
A apresentação no gramado do MetLife Stadium também reuniu artistas que haviam subido ao palco minutos antes, entre eles BTS, Shakira, Justin Bieber, Burna Boy e o maestro Gustavo Dudamel.

Além de mais de 300 performers, entre dançarinos profissionais e voluntários, o espetáculo contou com a presença de outras personalidades. Os brasileiros Ronaldo Fenômeno e Ronaldinho Gaúcho estiveram no gramado, assim como personagens dos Muppets e os atores Jason Sudeikis e Brendan Hunt, caracterizados como Ted Lasso e Treinador Beard.
A performance também prestou uma homenagem a Pelé na primeira Copa do Mundo realizada desde sua despedida. Antes de “We Dance”, os telões exibiram imagens do jogador brasileiro repetindo diversas vezes a palavra “love”.

Com pouco mais de 11 minutos de duração e seguindo a visão artística de Chris Martin, o show do intervalo também contou com apresentações de “Music”, de Madonna; “Seven Nation Army”, com Gustavo Dudamel; “Dynamite”, do BTS; “Everything Hallelujah”, de Justin Bieber; e “Dai Dai”, de Shakira e Burna Boy.
Com curadoria do vocalista do Coldplay e da Global Citizen, o show do intervalo arrecadou mais de US$ 60 milhões para o FIFA Global Citizen Education Fund. O fundo apoia organizações dedicadas a ampliar o acesso de crianças em situação de vulnerabilidade à educação e ao esporte.
