Coldplay investe em solidariedade e leva Organização para todos os shows

Vitor Porto
28 jan 2018

Você sabia que desde a turnê “A Rush of Blood to the Head”, em 2003, o Coldplay investe pesado em solidariedade e não passa nem sequer um show sem levar a equipe, os voluntários e o equipamento da Oxfam (uma organização internacional)?

Não importa a distância, a banda realmente acredita nas campanhas e viaja com a Oxfam do Brasil a Nova Zelândia. Tá pra nascer grupo mais engajado e realmente solidário!

Em novembro de 2017, a turnê A Head Full Of Dreams retornou ao Brasil para três shows e em um deles, na cidade de São Paulo, eu fui voluntário da Oxfam. A minha missão foi correr atrás de assinaturas para a campanha Stand As One (“Todos por um”, em tradução livre, e “Seja solidário”, como a Oxfam Brasil usa). Além disso, eu ganhei um ingresso para assistir ao show (sim, os voluntários assistem ao show inteirinho DE GRAÇA).

Abaixo, um pouco sobre a longa história do Coldplay com a Oxfam e também um relato sobre o meu dia como voluntário da organização.

A relação entre Coldplay e Oxfam

Há mais de uma década, o Coldplay se tornou grande apoiador da Oxfam. A organização internacional trabalha em mais de 90 países (incluindo o Brasil) para lutar contra a pobreza e a fome em todo o mundo. O trabalho se concentra, em sua maior parte, em resposta humanitária, seja por mudanças climáticas, desastres naturais ou conflitos.

A relação do Coldplay com a Oxfam começou em 2002, quando a banda chamou bastante atenção ao se engajar em uma campanha intitulada de Make Trade Fair.

Naquela época, Chris Martin usava regularmente uma camiseta com o título da campanha e ainda exibia o símbolo na mão e no piano.

Além disso, o vocalista e o guitarrista Jonny Buckland se encontraram com o diretor geral da OMC com o intuito de tornar o comércio mais justo. A banda ainda foi importante para a marca de mais de três milhões de assinaturas alcançadas a favor da Make Trade Fair.

Também em 2002, como parte da campanha Make Trade Fair, Chris Martin viajou para o Haiti. Lá o vocalista conheceu agricultores de café e arroz e viu os efeitos do comércio injusto.

Já em 2005, Chris visitou Gana para descobrir mais sobre como a injustiça no campo do comércio afeta agricultores menos favorecidos financeiramente. Na época, o vocalista falou com agricultores e chefes tribais sobre os problemas que enfrentam e discursou na inauguração da Associação dos Camponeses.

Em 2012, a presença da Oxfam em todos os shows da turnê Mylo Xyloto foi providencial para que mais de 100 milhões assinaturas fossem recolhidas a favor da campanha GROW.

Ainda divulgando essa campanha, no ano de 2013 o Coldplay gravou uma versão acústica da faixa In My Place somente para um vídeo que contou com a participação de fãs do mundo inteiro. Esse vídeo ajudou a mudar a maneira pela qual as terras são vendidas, garantindo que os direitos de pessoas que vivem em terras que alguém deseje comprar sejam considerados antes dos lucros.

A verdade é que a parceria entre Coldplay e Oxfam não renderia tantos números impressionantes se não contasse com a participação dos fãs da banda. Essa eficiência se concretizou a partir de 2003, quando o grupo convidou a organização internacional para acompanhar os shows da “A Rush of Blood to the Head Tour” e divulgar campanhas. De lá pra cá quatro turnês do Coldplay ganharam vida: “Twisted Logic Tour”, em 2005, “Viva La Vida World Tour”, em 2008/2009, “Mylo Xyloto Tour”, em 2012, e “A Head Full Of Dreams Tour”, em 2016/2017.

Apesar das diferentes Eras, a presença da Organização foi fator comum em todas essas turnês. A banda acredita tanto na Oxfam que bancou viagens e incluiu profissionais e voluntários, da organização, na equipe de todos os shows ao redor do mundo.

Na turnê mais recente (A Head Full Of Dreams), Coldplay convidou a Oxfam para conversar com fãs da banda e disseminar ideias de uma campanha global intitulada “Stand as One”- a qual tem como foco principal a questão dos refugiados.

Falando publicamente sobre o tema, na edição de 2016 do BRIT Awards, Coldplay venceu “Melhor grupo Britânico” e Chris falou sobre os refugiados em seu discurso de agradecimento:

“E eu gostaria de dedicar o prêmio a todos os jovens músicos, homens e mulheres, nos campos de refugiados ao redor do mundo! Eles poderiam ser nós e nós poderíamos ser eles”

Seguindo na defesa de uma relação melhor com os refugiados ao redor do mundo, em 2017 a banda lançou a música “A L I E N S”. Todo o lucro, alcançado com vendas da canção, é revertido para a Migrant Offshore Aid Station (Moas).

O envolvimento do Coldplay com a causa dos refugiados só reforça o quanto a campanha Stand As One merece incentivo. A iniciativa da organização internacional é extremamente relevante diante de um cenário atual em que mais de 65 milhões de pessoas no planeta foram obrigadas a deixar seus lares por conta de algum conflito armado ou por causa de algum desastre natural. O mundo tem hoje mais refugiados do que na época da Segunda Guerra Mundial.

Pensando em pressionar as autoridades mundiais, a Oxfam começou uma petição com o objetivo de assegurar que os refugiados não sejam esquecidos. Em 2016, antes de levar a petição para as Nações Unidas, a organização recolheu- aqui no Brasil e em outros países que receberam a AHFODTour naquele ano- assinaturas a favor dos refugiados.

Brasileiro voluntário


Junte-se à corrente

No dia sete de novembro de 2017, em São Paulo, rolou o primeiro show do retorno da turnê A Head Full Of Dreams ao Brasil e neste dia eu atuei como voluntário da Oxfam.

A banda, que há muitos anos é parceira da organização internacional, aproveitou a turnê para dar voz ao trabalho de combate à pobreza e à injustiça em todo o mundo.

Como me tornei voluntário?

Através do Twitter da Oxfam eu descobri que a organização estava aceitando inscrições de voluntários para os dois shows em São Paulo e também para a apresentação em Porto Alegre. Eu moro no Rio de Janeiro, mas no dia sete estaria na capital paulista a espera do show do dia posterior.

Para me candidatar (para ocupar uma das dez vagas) eu tive que preencher um formulário que, entre outras coisas, perguntava sobre experiências prévias na área do voluntariado e também sobre quais seriam os maiores desafios de apresentar a campanha Stand As One para fãs que estariam empolgados a espera do show. O candidato poderia escolher um dos três shows ou até os três. Todas as respostas precisavam ser em inglês!

Poucos dias depois, eu recebi uma posição sobre a minha inscrição e fiquei sabendo da aprovação do meu application. Logo em seguida recebi um briefing detalhado com todas as informações necessárias para a realização do trabalho voluntário.

Os voluntários não ganham passagem, hospedagem e/ou qualquer tipo de ajuda financeira. Contudo, todos ganham credencial para assistir ao show (o trabalho acaba um tempo antes do início da apresentação). Além disso, o voluntário ganha camiseta da campanha, novas amizades e, o mais importante, faz o bem.

Como foi o trabalho?

Respeitando a disciplina britânica de Rachel (Oxfam Tour Manager), cheguei no horário marcado. Na porta do Allianz Parque, encontrei parte da equipe da Oxfam Brasil e também outros voluntários.

Após entrar no estádio, escutamos as instruções, recebemos os materiais (pulseiras para distribuir e bolsas para carregar) e equipamentos (tablets). Enquanto rolou uma breve reunião da Oxfam e dos voluntários, a banda passava o som e a gente escutava tudo. Depois da conversa, restava aguardar a abertura dos portões (a partir disso, nós teríamos o público do show para nos escutar e assinar).

Como voluntário, eu estava lá para convencer outros fãs de Coldplay da importância de participar da campanha STAND AS ONE. Obviamente não tentei parar nenhum fã que entrou correndo no estádio para conseguir pegar um lugar próximo da grade. Com a credencial da Oxfam eu tinha carta branca para acessar qualquer setor do estádio, então esperei o pessoal se posicionar e a partir disso me desloquei em busca de corações solidários e conscientes.

Vitor Porto, integrante do Viva Coldplay e voluntário da Oxfam

Após me apresentar, eu falava brevemente sobre a Organização e destacava a Stand As One. Os fãs precisavam saber que o lançamento da campanha rolou em 2016, durante o primeiro show da A Head Full of Dreams Tour, como resposta da Oxfam à falta de ação política para lidar com o grande número de pessoas deslocadas globalmente devido a pobreza, conflitos ou desastres.

A minha função era mobilizar vários fãs do Coldplay para se solidarizarem com todas aquelas pessoas que são forçadas a deixar suas casas, famílias e comunidades em busca de segurança, um futuro melhor ou uma casa mais segura.

Na grande expectativa para o show, eu buscava despertar a empatia dos outros. Lembro bem que eu tentava mostrar que nós podemos ajudar o próximo exigindo ações dos líderes globais para que seja feito mais pra tirar pessoas da pobreza e também não deixando de lutar contra a narrativa do ódio (precisamos nos colocar a favor dessas pessoas e não o contrário).

Eu também frisava o quanto o próprio Coldplay acredita na campanha, afinal a Oxfam era convidada da própria banda e quem é fã sabe o quanto os meninos se importam com atitudes solidárias (nesse momento eu lembrava exemplos recentes, já citados aqui, como o discurso de Chris Martin nos BRITs e a faixa “A L I E N S”).

Nessas poucas horas promovendo o bem, eu fiz amigos e tive apoio da Rachel, líder da Oxfam on Tour, em todos os meus passos. Além disso, ainda encontrei com Phil Harvey (5º integrante do Coldplay) e ele reforçou o quanto a banda valoriza a Oxfam e os voluntários. Foi incrível fazer o bem em uma atmosfera que eu tanto amo (nada como um show do Coldplay).

Olha só o registro que mostra voluntários e representantes da Oxfam que trabalharam no show do dia 7/11/2017:

Depois de tanta movimentação, será que muitos brasileiros demonstraram se importar com pessoas forçadas a fugir de conflitos, de extrema pobreza e de desastres naturais? Se o fã se sensibilizasse com os argumentos, era necessário apenas assinar a petição Stand As One!

Como foi a recepção dos fãs?

Somos parte da humanidade; nós compartilhamos esperanças, indignação e determinação. Você acha que muitas pessoas quiseram assumir uma posição como um fã do Coldplay e exigir apoio e proteção das pessoas forçadas a fugir da pobreza, dos conflitos e do desastre?

Em minha experiência como um voluntário, muitos ouviram com atenção e ajudaram com boa vontade! Foi lindo de ver a empatia e o interesse. Muitas pessoas perguntavam como poderiam saber mais sobre a Oxfam e como poderiam ajudar além da assinatura.

Cada um que assinava ganhava uma pulseira bem simpática com a marca da Oxfam e isso ajudava a propagar a mensagem (além de ser um elemento ao meu favor para o pessoal prestar atenção em mim no meio da multidão). Foi uma troca de energia positiva linda.

Por outro lado, um tanto considerável de indivíduos me deixou chocado com a falta de educação e com a facilidade de ignorar uma causa tão nobre! Muitos escutaram todo o texto e depois se recusaram a assinar. Alguns simplesmente fingiam não escutar e ignoravam a minha presença. Outros respondiam um grande “não” quando eu me apresentava e pedia licença pra começar a falar. Em um dos piores momentos, um grupo de amigos me esnobou ao afirmar que eles haviam deixado um bom dinheiro no ingresso e que não eram “obrigados a fazer caridade”.

Vale destacar que na maioria dos casos extremos ainda faltava muito tempo para o show começar e conversar sobre uma boa causa seria até uma forma interessante de diminuir o tempo de espera.

É uma pena, pois esse tipo de atitude mesquinha não condiz com a mensagem que as composições e as atitudes do Coldplay transmitem. Eu espero que depois de um show tão lindo algumas pessoas tenham modificado um pouco a sua forma de enxergar o próximo.

Apesar das decepções, o balanço geral foi muito positivo! Eu consegui um tanto considerável de assinaturas e o sentimento de fazer o bem foi engrandecedor e muito maior que algumas decepções com seres humanos.

As assinaturas foram adicionadas ao movimento global da Oxfam. Cada um que assinou se posicionou ao lado de milhares de fãs do Coldplay, da Argentina até a Nova Zelândia, que levantaram suas mãos para chamar os governos de todo o mundo a oferecer apoio e proteção aos que são obrigados a deixar suas casas devido à pobreza, conflito e desastre. Quem assinou enviou uma mensagem para pessoas de que elas não estão sozinhas ou esquecidas.

Um post já ajuda

Cada um que assinou a petição foi encorajado a fazer publicações com as hashtags #oxfamontour e #standasone. Pode não parecer muito, mas falar sobre essa questão é o primeiro passo. Para desenvolver um movimento capaz de promover mudanças efetivas, precisamos de pessoas – e divulgar a existência da campanha é um primeiro passo nesse sentido.

Eu não assinei, mas quero ajudar

A turnê acabou, mas se quiser realmente ajudar a melhor coisa que você pode fazer é se unir à corrente através do site da Oxfam.

Assinando e compartilhando o abaixo-assinado da Stand As One você ajudará a colocar pressão pública sobre as lideranças mundiais em momentos decisivos.

Clique aqui para assinar

Será que vale a pena ajudar? As coisas nunca mudam mesmo…

As assinaturas colhidas na A Head Full Of Dreams Tour em 2016 fizeram líderes globais ouvirem o chamado da Oxfam. Mais de 50 países prometeram uma ajuda financeira, destinada a grupos que auxiliam refugiados, totalizando US $ 4,5 bilhões. Já as assinaturas reunidas nos shows de 2017 tinham o objetivo de garantir que os governos soubessem que a monitoramento e a cobrança continuam. Nem precisamos dizer que agora, em 2018, a luta continua viva.

Quando assistimos a programas de notícias ou lemos jornais em um dia ruim, certamente parece mesmo que nada muda. Mas mudanças positivas no mundo só foram possíveis porque pessoas comuns tomaram medidas concretas para essa finalidade. O fim da escravidão, a vitória das sufragistas, o reconhecimento de direitos matrimoniais iguais e o fim do apartheid, entre outros eventos importantes, só ocorreram graças à ação de pessoas comuns.

Em 2012, fãs do Coldplay apoiaram a Oxfam em um show da banda na sua campanha GROW (Cresça). Sua ação, combinada com as vozes de milhões de pessoas, levou lideranças mundiais a mudar a maneira pela qual prestamos ajuda alimentar.

Esse tipo de mudança não teria ocorrido sem um apoio maciço. E o apoio de fãs do Coldplay, em todos esses anos que a banda convida a Oxfam para viajar com as turnês, continua muito relevante para a propagação das ideias defendidas pela organização.

Você pode ajudar mais

No Brasil, as grandes cidades refletem a exclusão, a discriminação social e as desigualdades. Atualmente, 84% da população vivem em áreas urbanas e mais de 11,4 milhões de pessoas moram em favelas.

Recentemente, a confederação Oxfam, já com 19 afiliadas e presença em 94 países, decidiu criar uma afiliada brasileira com o objetivo de contribuir para o enfrentamento das desigualdades e redução da pobreza no país.

Você pode ajudar a Oxfam Brasil nessa luta com doação mensal ou até mesmo doação única.

CLIQUE AQUI PARA DOAR

Mas o que a Oxfam realmente está fazendo?

“A Oxfam presta assistência a pessoas afetadas por conflitos e desastres em vários países do mundo por meio de seu trabalho humanitário. A organização para reduzir a desigualdade e a pobreza, apoiar a sociedade civil e cidadãos na reivindicação de seus direitos e garantir que suas vozes sejam efetivamente ouvidas.

A Ofxam é especialista, por exemplo, em criar sistemas de abastecimento de água e saneamento para refugiados. Além disso, providenciamos meios para que estas pessoas possam enfrentar adequadamente intempéries como invernos rigorosos ou verões causticantes.

Na Síria, Jordânia e Líbano, a organização disponibiliza sistemas de abastecimento de água limpa, saneamento e apoio vital a mais de 1,6 milhão de pessoas que perderam tudo.

Na Jordânia, por exemplo, a Oxfam tem trabalhado no campo de refugiados Za’atari e em comunidades jordanianas que acolhem refugiados sírios. Atualmente, o campo de refugiados Za’atari, no qual vivem cerca de 80 mil refugiados sírios, é a quarta maior cidade da Jordânia. Metade dos moradores desse campo tem menos de 18 anos.

A Oxfam tem atuado em três dos 12 distritos do campo de Za’atari supervisionando sistemas de abastecimento d’água e saneamento, de gestão de resíduos e de limpeza e manutenção de reservatórios de água com torneira e coordenando atividades de promoção de medidas de higiene. Além disso, a organização está trabalhando com o UNICEF e outros atores internacionais na instalação de uma rede de abastecimento de água nesse campo, para garantir que os refugiados tenham acesso seguro a água.

Essas atividades ajudam pessoas como Housam Shayeb, da região de Guta, Síria, que abandonou sua casa após a região ter sofrido ataques com armas químicas em 2014. Atualmente, ele participa do programa cash for work (dinheiro por trabalho) da Oxfam no campo de Za’atari. O programa emprega Housam para manter seu distrito limpo e cuidar da manutenção das instalações da Oxfam na área.

No Líbano, a Oxfam está fornecendo água potável, dinheiro e suprimentos de ajuda humanitária para alguns dos refugiados sírios mais vulneráveis que vivem em assentamentos informais no Líbano. Além disso, a organização está ajudando famílias a obter informações necessárias sobre seus direitos e encaminhando-as para serviços especiais, como de assistência jurídica.

A Oxfam também ajuda refugiados e pessoas vulneráveis das comunidades locais a encontrar maneiras de sustentar suas famílias.

Na República Democrática do Congo, a Oxfam está apoiando refugiados burundeses que vivem na região leste do país, bem como a comunidade congolesa circundante que os tem acolhido. No campo de refugiados de Lusenda, a Organização internacional instalou um sistema de abastecimento de água de emergência, que inclui reservatórios d’água com torneira. Atualmente, a Oxfam trabalha para construir um sistema mais permanente. Construímos banheiros, chuveiros, fossas para descarte de lixo e lajes para lavar roupa. Na comunidade de acolhimento, a Oxfam reconstruiu pontos de tratamento e distribuição de água.

A Ofxam desenvolve a Stand as One que a ajuda da organização não é, por si só, suficiente. Precisamos que os governos mudem suas práticas e garantam a segurança das pessoas. Em diferentes momentos ao longo deste ano, nossos líderes se reunirão para discutir a situação dos refugiados no mundo e a organização precisa que a sua voz se una às deles para mostrar que não vamos virar as costas para eles e vamos nos solidarizar com aqueles forçados a fugir de conflitos e desastres.”

No caso da Oxfam Brasil, há um belo trabalho para a diminuição da desigualdade.

Clique aqui para se informar especificamente sobre o trabalho da Ofxam Brasil

Em uma próxima oportunidade alguém que leu essa matéria pode se interessar por ser voluntário, conseguir assinaturas para alguma campanha da Oxfam e ainda assistir ao show do Coldplay. Torço por isso!

Vamos fazer o bem, assim como a banda tanto nos ensina

Texto: Oxfam, Guia de Volúntários Oxfam, Viva Coldplay|Vitor Porto

Vitor Porto