Coldplayer da Rodada: Gabrielle Barcellos

Vitor Porto
24 mar 2017

Chegou a hora de conhecer a fã protagonista do mês de março! Olha só o que a Gabi tem pra contar:

Fã de longa data, Gabrielle explicou o motivo de continuar tão ligada ao Coldplay:

A banda sempre me ‘entende’. Para mim, as fases do Coldplay são como uma linha do tempo. Há as fases melancólicas (por exemplo, “Parachutes”) e também as que eu apenas quero pular e dançar (como ASFOS).

Recentemente foi divulgado um vídeo de “Amazing Day” feito com imagens enviadas por fãs de todo o mundo. Nessa vibe, Gabi nos contou como seria o seu ‘amazing day’ caso tivesse o Coldplay envolvido de alguma forma:

Posso dizer que já vivi meu ‘amazing day’ e foi no dia 10 de Abril (show da AHFODtour no Rio)! Naquele dia eu fiz muitos amigos, conheci opiniões diferentes e escutei muitas teorias sobre a banda. Pessoas desconhecidas e de lugares diferentes, mas que por um dia foram todas amigas e compartilharam da mesma alegria. Esse foi meu ‘amazing day’, na eterna premium verde.

Este slideshow necessita de JavaScript.

No início de março, Coldplay lançou ‘Hypnotised’- o primeiro “não single” do EP ‘Kaleidoscope’

Além do lançamento, a banda divulgou quais são as outras quatro faixas que completam o trabalho. Com toda a expectativa que nos cerca, Gabrielle comentou o que ela achou da canção e o que espera do EP:

Assim como “Midnight”, “Hypnotised” me remete a músicas para ‘viajar’. Espero de “Kaleidoscope” coisas positivas porque isso combinaria com o momento maravilhoso que a banda vive.

No dia 2 de março de 2017 Chris Martin completou 40 anos! Um dia depois, comemoramos três anos do dia em que Coldplay anunciou o álbum “Ghost Stories” e lançou o single “Magic”.

Com essas lembranças de março, Gabi fez uma análise do que ela acredita que o sexto álbum de estúdio da banda representou para o vocalista (naquela época) e também indicou uma música, do álbum, que ela gostaria que ainda fosse trilha sonora do Chris de 40 anos de idade:

Sei que o “Ghost Stories” divide a opinião dos fãs. No meu caso, acredito que na época o Chris passava por uma fase muito difícil e queria desabafar através da música (bem a cara dele). Não classifico o álbum entre os melhores da banda, mas enxergo o trabalho como um dos mais sentimentais. A música que eu indicaria para o Chris de hoje seria “True Love”.

Para finalizar o nosso papo com a Gabrielle Barcellos, o Coldplayer da Rodada anterior, Wagner Catunda, deixou uma pergunta para a entrevistada de março:

“Muitos fãs condenam a ‘mudança de estilo’ da banda. Segundo eles, do ‘Mylo Xyloto’ em diante a banda virou pop e perdeu a identidade. Você concorda com isso?”

Não. Às vezes fico muito triste com certos fãs que afirmam que Coldplay perdeu a essência. Para mim, a banda sempre significou quatro amigos fazendo o que eles gostam e assim continua. O fato é que ninguém é o mesmo por 19 anos. É legal mudar, pois precisamos evoluir em nossas vidas. Cada álbum representa uma fase. Nós vivemos fases diferentes e o caso deles não diverge disso.

Gabrielle, obrigado pela entrevista!

PARTICIPE:

Se você curtiu a coluna e também quer conversar com a gente, basta clicar aqui para saber como ser o(a) próximo(a) entrevistado(a) pelo Viva!

Esperamos por vocês. Boa sorte :)

Agradecimento: Lucas Caon (arte)

Vitor Porto